Ambiental Turismo
Generic filters
Se inscrever em nossa newsletter
Destinos Alternativos
Jalapão e Serras Gerais se hospedando em um Glamping? Eu fui e amei.

Meu nome é Thiago e, recentemente, fiz a escolha muito feliz de conhecer Jalapão e Serras Gerais de um jeito único: em um Safári Camp

Venho aqui contar como foi minha experiência para ajudar você a decidir como vai ser a sua se você está pensando em visitar a região. 

Meu relato é longo, mas bem completo. 

Já começo com uma dica importante:

Se você tem uns 10 dias para viajar (da sexta-feira de uma semana até o domingo da outra, por exemplo), não deixe de visitar Jalapão e Serras Gerais juntos. 

Você já aproveita a logística, passagem aérea, etc… para curtir dois lugares incríveis em uma só viagem. 

Se tem menos dias, tanto Jalapão quanto Serras Gerais individualmente valem muito a pena.

Viagem também é sonho e planejamento…

Primeiro, faço um parênteses e começo dizendo que, para mim, uma viagem começa muito antes do embarque. 

A viagem já começa quando começamos a sonhá-la. Vamos pensando para onde queremos ir,  pesquisamos, planejamos como vamos curtir o lugar, se emocionar, se empolgar, as paisagens que vamos ver, a natureza que vamos vivenciar, etc… essa fantasia de como vai ser, já é parte da experiência, na minha opinião.

Aí, decidimos o lugar e começamos a fazer os planejamentos. 

As dicas salvadoras de quem conhece viagens e viajantes

Só que, desta vez, foi um pouco diferente para mim.

Eu e a Ellen estávamos tão cansados e trabalhando tanto que mal tivemos tempo de curtir o sonho e o planejamento da viagem. 

Tudo estava tão corrido e estressante que mal conseguíamos parar para cuidar das férias e elas estavam chegando.

Por sorte, conversei com o pessoal da Ambiental que me conhece há muito tempo, sabe meu perfil de viagens, e me veio com a sugestão: “Que tal conhecer o Jalapão e as Serras Gerais de uma maneira diferenciada: curtindo um safári camp, hospedado em glampings”. 

Diante desta dica, vamos por parte:

O que são glampings? 

Antes mesmo de conhecer o roteiro e falar sobre o Jalapão e Serras Gerais, acho importante fazer uma pausa para entender isso e saber se esse é seu perfil. 

Glamping é um acampamento (como os famosos campings) diferenciado, que oferece a experiência de uma forma mais requintada e bem mais estruturada. 

As barracas tem um pé direito alto, portanto, você pode ficar em pé nelas;  tem uma discreta luz elétrica interna; você dorme em uma cama confortável e não no chão, como tradicionalmente acontece em campings. 

As refeições do Glamping (deliciosa e inesquecível, devo dizer) é feita pela equipe do lugar e não por você mesmo. 

Que comida boa… 

Aliás, a comida já merece meu primeiro destaque. Tem um meme divertido que diz: “cuscuz é melhor do que muita gente”. Eu diria que é raro encontrar gente melhor do que a comida que comi no Jalapão e nas Serras Gerais. Rsrsrsrsrs

Comida caseira, bem feita, unindo ingredientes locais com uma gastronomia mais “universal”, respeitando e buscando atender as restrições de cada um, desde a alergia à lactose, até glúten, vegetarianos, etc… praticamente um abraço de tão bom. 

O que mais tem em um glamping?

O glamping ainda tem tem um redário, jogos de tabuleiro, mirantes para ver as estrelas, toda uma estrutura para você viver a natureza com algum requinte e conforto. 

Se prepare para ver o céu forrado de estrelas, coisa que nas cidades grandes, até esquecemos como é.

No caso específico do banheiro há uma diferença: Em ambos, você tem um banheiro dentro da barraca, porém: 

  • No Jalapão, o banho é fora da barraca, em um vestiário super bem equipado e coletivo, mas com cabines individuais para as duchas.  
  • Nas Serras Gerais, a barraca é maior e tem uma parte feita de taipa (acho que é taipa), que permite o chuveiro também ser dentro da barraca, serviço privado completo. 

Em ambos, os chuveiros têm água bem quente para um banho bem relaxante. 

Você tem perfil para ficar em um glamping? 

O Glamping oferece uma super experiência de conexão com a natureza. Você dorme ao som da natureza, acorda ao som dela, almoça, toma café e janta no meio da natureza. 

No Glamping, você não pisa em concreto, nem asfalto em nenhum momento. Neste que fui, não tem internet, o que para mim foi uma experiência maravilhosa e necessária de detox digital.

Só me afastando da internet, eu conseguiria me conectar de verdade a mim mesmo e à natureza. Se tivesse conexão, ficaria lá rolando feed infinito e perdendo a infinita beleza da paisagem.

Para quem é o glamping?

Penso que, se você já gosta de acampar, o glamping é uma proposta de fazer isso com requinte, conforto e ótima estrutura. Uma delícia. 

Se você curte a ideia ou tem vontade de conhecer um camping, o Glamping é uma alternativa perfeita, pois traz a experiência dos acampamentos, mas muitíssimo melhorada. 

Se você abomina a ideia de acampar, aí, talvez, você tenha que pensar em conhecer o Jalapão e as Serras Gerais de outra forma (há outras). 

Uma experiência na natureza

Mesmo tendo esse requinte e conforto todo, ainda é uma experiência mais raiz, o chão do quintal é de terra/areia (o chão da barraca é de madeira ou concreto), as barracas têm paredes de pano, logo, o som vaza e a privacidade não é a mesma de um quarto de hotel e pousada, há um cuidado necessário com pequenos bichos que fazem parte da natureza e não queremos expulsá-los de seus ambientes, não é mesmo? 

Você pode encontrar uma aranha, umas mutucas, pernilongos, rãs, etc… O nome disso é estar na natureza.

Se essa ideia é apavorante para você, mesmo um glamping, talvez, não seja a melhor opção.

Tenho uma nova paixão: O Rio Novo

No Glamping do jalapão, ficamos hospedados em frente ao Rio Novo. Segundo explicação do nosso guia, ele nasce há 40 quilômetros para trás dali sem passar por nenhuma comunidade. 

12 quilômetros à frente, ele tem uma cachoeira que impede a subida de peixes para o local onde fica o Glamping

O resultado é uma água limpíssima, clara e cristalina com um fundo de rio arenoso.

Sempre que eu tinha uns 30 minutos livres, eu ia tomar um banho de rio… sou desses… rsrsrsrsrs 

Enquanto fizemos caiaque ou nadávamos no rio, fomos presenteados várias vezes por voos de casais de araras Canindé que voam seguindo seu leito. 

Foi muito muito lindo. Emocionante.

Jalapão e Serras Gerais na mesma viagem 

Conforme eu já disse, se você tiver uns dias a mais, junte os dois destinos. Você já vai ter viajado até Palmas, aproveite para conhecer o máximo. 

Se não der, qualquer um já vale a pena por si só. 

O Glamping do Jalapão é mais raiz. Tem a vivência de conforto, mas é menos requintado. 

Já na Serra Gerais, o Glamping é bem bonito, não tem rio, mas tem piscina com borda infinita, a barraca tem o chuveiro dentro e uma decoração mais pensada para quem faz bastante questão de requinte. 

Logo mais, eu falo dos roteiros. 

O Safári

Outro diferencial desse roteiro que fiz são os meios de locomoção. 

Jalapão e Serras gerais são áreas imensas. Só o Jalapão é maior do que o territórios do Estado de Sergipe. 

Portanto, prepare-se para muitos deslocamentos para chegar aos atrativos. 

Duas opções que vi por lá são: 

Fazer uma volta ao parque, ou seja, mudar de hospedagem todo dia para rodar à noite e ficar mais perto dos atrativos no dia seguinte, ou fazer como fiz: Se hospedar em um ponto fixo no Jalapão e em outro ponto fixo nas Serra Gerais (nos glampings) e partir sempre deles. Foi minha opção.

De qualquer forma, prepare-se para se deslocar bastante. 

Os veículos

No Safári, nos deslocávamos de caminhões adaptados.

Pessoalmente, achei muito estilosos. 

O deslocamento é mais lento, porém acaba sendo mais contemplativo. As pessoas acabam tendo mais espaço dentro do carro. 

Nos veículos do safári do Jalapão, ainda tem mirantes de onde você vai vendo o cerrado. 

Dos carros, acabamos vendo raposa, emas e teve uma pessoa que viu uma suçuapara (nome como os locais chamam o veado), atravessando a estrada. Isso sem contar o Sol se pondo e nascendo. 

O roteiro

Feito esse longo relato do diferencial das formas como você pode conhecer o jalapão e as Serras Gerais, agora, você já sabe como são os glampings e pode decidir se vai ficar neles. 

Vamos ao nosso roteiro. 

Dia 1 – Palmas

chegamos em Palmas e fizemos um passeio leve para conhecer a cidade. 

Fizemos um “almojanta”no restaurante Rosa Madalena e gostamos muito da comida, do atendimento e do custo-benefício. Pedimos um prato do menu executivo. 

Dia 2: o início do Safári e Cânion do Suçuapara

Saímos de Palmas, rumo ao Glamping. 

É um dia de longo deslocamento e trocas de transporte. 

Paramos para almoçar em Ponte Alta e comemos uma comida deliciosa por lá. Trocamos de veículo para enfrentar a estrada de terra.

Em seguida, seguimos para o Glamping, antes fazendo uma parada no Cânion do Suçuapara. 

Lugar lindíssimo onde pudemos avistar umas cotias. 

Quando a gente estabelece uma boa relação com a natureza, os bicho nos dão o prazer de vê-los. 

Já no fim do dia, chegamos ao Glamping e nos hospedamos. Jantamos e fomos dormir cedo para curtir o dia seguinte. 

Dia 3 – Caiaques, dunas, Araras, por do Sol e céu estrelado

Descemos o maravilhoso Rio Novo de caiaque. Passeio bem tranquilo, sem corredeiras, totalmente contemplativo. Vimos voo de araras e paramos em um banco de areia no meio do rio. 

Lá, tomamos um banho refrescante e depois o guia nos deu uma ótima aula sobre o Cerrado. Depois seguimos pelo rio até completar uns 5 quilômetros de passeio.

Isso foi só a manhã. 

Almoçamos e, à tarde, fomos conhecer as belíssimas dunas do Jalapão e vimos um por do sol inesquecível

Dia 4: Um fervedouro só para nós e a cachoeira do Formiga

O quarto dia é de visitar algumas das atrações que deixam o jalapão mais famoso. Fomos ao fervedouro do Ceiça, o primeiro do Jalapão que virou atração turística. 

A logística do nosso passeio nos ajudou a chegar lá cedo e não enfrentar fila, o que foi ótimo e fez a gente ganhar tempo. 

Um fervedouro exclusivo? Tínhamos! 

Em seguida, fomos a um fervedouro exclusivo para a gente. 

Fervedouro do Soninho (águas verdes e exclusivo) e Fervedouro do Ceiça / Foto de Andrea Mendes

Como é entrar em um fervedouro?

Imagine, você caminhando em um pequeno olho d’água azul cristalino, com um chão de areia e uma água de temperatura bem agradável, quando… de repente, o chão desmorona… mas, você não afunda. Fica boiando… 

Acho que esse é o jeito mais próximo de falar da sensação deliciosa que é visitar um fervedouro. 

Mas, o melhor jeito de saber de verdade é estando lá.

Fervedouros são nascentes que vem de uma profundidade grande. Por conta da pressão da saída da água, a gente não afunda quando está neles. 

O dia ainda tinha uma visita à belíssima cachoeira do formiga, outro cartão postal do jalapão.

O Capim Dourado

No final, passamos na Associação Comunitária dos Artesãos e Pequenos Produtores de Mateiros – ACAPPM. 

O artesanato com capim dourado do Jalapão está muito disseminado pelo Brasil. É muito justo porque é muito bonito e importante para a região. 

Especificamente sobre esse assunto, recomendo a leitura de: 4 motivos para você comprar artesanato de capim dourado no Jalapão

Dia 5: trilha para o Mirante da Serra do Espírito Santo e uma tarde no Rio Novo. 

Dia de acordar cedo… antes mesmo de o sol nascer. 

Fizemos uma trilha de 8 quilômetros (ida e volta) até o mirante da Serra do Espírito Santo. 

O caminho tem uns 800 metros em que subimos 350 metros, depois andamos no plano, bem tranquilo e voltamos pelo mesmo caminho (descemos os 350 metros). 

Ver o sol nascer na estrada é demais. 

A trilha puxa um pouco na subida e descida, mas tem muitos pontos de parada, o que ajuda.

É hora de respeitar o ritmo de cada um. 

No nosso grupo tinha gente das mais diferentes idades. Todos fizeram. Super possível para quem não é muito sedentário, nem tem grandes questões de mobilidade.

O visual é lindíssimo. 

É importante começar bem cedo, pois, de manhã, já tem um sol para cada um no Jalapão. Meio dia, tem dois sóis para cada um. Eram 11h30AM, já tínhamos ido e voltado. 

Depois de mais um almoço maravilhoso, a tarde foi de nadar muito no Rio Novo. Atrás do Glamping, tem uma trilha de 2 quilômetros que leva a outras praias do rio. Delícia.

Dia 6 – Partiu para as Serras Gerais

Finalizamos a primeira parte da viagem. Hora de deixar o glamping, agradecer à equipe que tratou a gente super bem. 

Esse é um dia de longos deslocamentos. Voltamos para Ponte Alta, almoçamos de novo a comidinha caseira da ida e vamos visitar a Pedra Furada. 

Um monumento de pedra de arenito surpreendente, lindo e isolado na paisagem chapada do Cerrado com frestas que permitem fotos muito bonitas da paisagem. Outro cartão postal da região.

Fim dia, chegamos ao Glamping das Serras Gerais, nos hospedamos e descansamos para o que virá. 

Dia 7: Caminhadas e muitos banhos de cachoeira. 

A agenda é intensa. Até o final do dia, teremos percorrido 8 quilômetros de trilhas. 

Logo pela manhã, fomos até a cidade de pedra e em seguida, paramos para um banho revigorante na cachoeira.

Trilha de 5 quilômetros, nível muito tranquilo, na minha opinião.

Voltamos para o almoço e à tarde, temos uma trilha circular que leva a cachoeiras e formações rochosas espetaculares: Boqueirão, Vereda, Lajedo, Gruta das Matizes e Cascata das Ramas. 

Elas ficam, praticamente no terreno do Glamping. Não precisamos nem de carro para nos deslocarmos. Estávamos no “nosso quintal privilegiado”

A trilha tem 3 quilômetros e bastante desnível em escadas bem estruturadas. Para quem já andou 5 Km pela manhã, vai exigir um pouco das pernas. Nível de esforço médio a meu ver.

Ao fim da tarde, ainda assistimos a um pôr do Sol maravilhoso no Arcos do Sol, formações rochosas com grandes furos que se abrem para paisagens muito lindas.

Dia 8: O Cânion Encantado e a cachoeira da Dona Antônia 

Vale lembrar que todos esses dias são iniciados com um café da manhã delicioso, cheio de variedades.

Voltamos às trilhas. Dia de completar 10 quilômetros de imersão na natureza. 

Começamos com uma que considerei um dos pontos mais altos: O Cânion encantado.

A trilha tem muita escadaria, passagem em pontes suspensas. Nível médio para moderado, na minha opinião. 

A recompensa é demais… o visual é maravilhoso. Encantado é um nome bem apropriado para esse lugar. 

Voltamos para o Glamping, almoçamos, descansamos e saímos para mais 5 KM de trilhas à tarde. Vamos conhecer 2 cachoeiras lindíssimas (Cachoeira do Urubu Rei e a Cachoeira da Cortina) que ficam no terreno do quintal da acolhedora Dona Antônia. 

Trilha bem leve em que fomos acompanhados pelo seu cachorro mais do que carinhoso e simpático. Ele é o primeiro a entrar na água para estimular aquela pessoa que está em dúvida se vai tomar um banho ou não. Hahahahaha 

Na volta, conhecemos a figura acolhedora e carinhosa que é a Dona Antônia. 

Pessoalmente, amo esses encontros com as pessoas locais e que pertencem à história da região.

O dia ainda vai se encerrar vendo o pôr do Sol nas redes do Glamping diante de uma paisagem maravilhosa de Cerrado, ouvindo os sons da natureza e vendo o céu ir se forrando de estrelas aos poucos. 

Não há como não se comover e emocionar.

É o último jantar no Glamping e é momento de se despedir da equipe das Serras Gerais e agradecer pelo bem-estar, conhecimentos e alegrias que nos proporcionaram. 

Dia 9: Voltamos a Palmas. 

Mas, no caminho, visitamos a Lagoa do Japonês, mais um cartão postal da região.

A água azul impressiona. Vimos tartaruguinhas no fundo, contemplamos aquela maravilha toda. 

Crédito das Fotos: Andréa Mendes

Almoçamos uma comida bem típica e seguimos para Palmas, onde chegamos no fim da tarde. 

Dia 10 – O Retorno, as despedidas e o planejamento da próxima viagem

Dia de se despedir do grupo da viagem. Foram dias muito intensos e que conhecemos gente muiiitooooo maravilhosa. Gente que gosta de natureza como a gente, que gosta de pessoas, de culturas. Ótima companhia! 

Nada como se conectar com a si próprio para poder fazer amizades que, certamente, vão permanecer depois da viagem, ainda que a vida cotidiana seja muito tomada pelos boletos, redes sociais e tudo mais que suga a gente. 

Dicas do que levar

As empresas locais sempre indicam tudo que é bom levar. Vale seguir a recomendação.

O que acho super importante: Recomendo levar tênis de trilha, sapatilhas daquelas que ajudam a pisar em pedras de cachoeiras (até acho possível fazer os passeios sem algo tão especializado, mas com eles, fica bem mais seguro. Para que arriscar e estragar a viagem, não é mesmo?)

Super recomendo roupas com proteção UV, pois visitamos muitas nascentes e usar filtro solar nesses lugares polui as águas. 

Proteja-se do Sol por que é muito quente (óculos escuros, bonés, garrafas d’água, etc…). 

Proteja-se também dos mosquitos. Não tem muitos mosquitos, mas, um ou outro sempre pode aparecer. 

Leve uma lanterna para caminhar pelo acampamento à noite.

Fui no mês de junho. À noite, a temperatura cai um pouco. Convém ter uma malha mais quente para proteger do frio. 

Vai para o Jalapão e Serras Gerais?

Meu relato é longo porque, escrevo tendo acabado de voltar de viagem. A memória e as emoções ainda estão fresquinhas.

Espero que tenha sido completo e te ajude a decidir como vai conhecer o Jalapão. 

Se você chegou até o fim dele, acho que está com bastante chance de visitar Jalapão e Serras gerais. Tomara que você vá e viva uma experiência tão boa ou melhor do que a minha. Recomendo muito. 

Fale com um especialista da Ambiental e veja qual a forma de ir para lá que mais combina com você. 

Relacionados:

Sabores da Amazônia além do açaí

Já conhece o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu?

Cupuaçu surgiu há 5 mil anos com a domesticação de fruto por indígenas da Amazônia

Se você gosta das maravilhas culinárias feitas com cupuaçu, vai gostar de saber qual a origem deste fruto amazônico tão saboroso...

Roteiros Relacionados

Nacionais

Jalapão – Volta ao Parque

Descobrir mais!
Nacionais

Safari + Trilha Jalapão – Promocional

Descobrir mais!
Ásia

Vietnã e Camboja

Descobrir mais!
Nacionais

Safari Jalapão – Promocional

Descobrir mais!
Ásia

Vietnã Clássico

Descobrir mais!
Nacionais

Jalapão: Vivências

Descobrir mais!

Está pronto para viajar com a Ambiental Turismo?